{"article":{"id":3472,"title":"\u00c1lcool","slug":"lcool","word":"\/uploads\/articles\/pt-Alcohol.docx","pdf":"\/uploads\/articles\/pt-Alcohol.pdf","mime_type":null,"type":"node","path":"\/nodes\/view\/type:article\/slug:lcool","hint":"","body":"<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: xx-large;\"><strong><strong><strong><strong><strong>&Aacute;lcool<\/strong><\/strong><\/strong><\/strong><\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong><img style=\"display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" src=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/articles\/images\/Alcohol_(part_1_of_2)_001.jpg\" alt=\"\" \/><br \/><\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>(parte 1 de 2): A Doen&ccedil;a Fatal do Dem&ocirc;nio<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">No ano de 988 EC, o pr&iacute;ncipe Vladimir, l&iacute;der soberano da R&uacute;ssia Kievana, optou pelo Cristianismo Ortodoxo como sua religi&atilde;o de estado.&nbsp; A lenda diz que seus embaixadores estavam muito mais impressionados com o ouro e a grandeza das catedrais bizantinas, especialmente a igreja de Santa Sofia de Constantinopla (hoje a Mesquita de Haya Sofia de Istambul) do que com o d&eacute;cor simples e austero das casas de adora&ccedil;&atilde;o isl&acirc;micas (ou seja, as mesquitas) na vizinha Bulg&aacute;ria do Volga.&nbsp; Mas outra raz&atilde;o mais forte para o pr&iacute;ncipe russo favorecer o Cristianismo em rela&ccedil;&atilde;o ao Isl&atilde; foi, assim os cronistas nos dizem, o amor dos russos pelo &aacute;lcool.&nbsp; A absten&ccedil;&atilde;o absoluta de bebida alco&oacute;lica pelos mu&ccedil;ulmanos era um sacrif&iacute;cio muito grande para os compatriotas de Vladimir.&nbsp; Infelizmente parece que a sede insaci&aacute;vel por um &ldquo;bom&rdquo; drinque, particularmente vodca, contaminou a na&ccedil;&atilde;o russa desde ent&atilde;o.<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">De acordo com um relat&oacute;rio publicado no ano de 2000<a title=\" Kommersant, Moscou, 9 de Maio de 2000.\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/454\/#_ftn13526\">[1]<\/a>, um n&uacute;mero surpreendente de dois ter&ccedil;os dos homens russos morre b&ecirc;bado e mais da metade desse n&uacute;mero morre em est&aacute;gios extremos de intoxica&ccedil;&atilde;o alco&oacute;lica.&nbsp; Aos 57,4 anos de idade, os homens russos t&ecirc;m a expectativa de vida mais baixa na Europa.&nbsp; Embora doen&ccedil;as card&iacute;acas, acidentes e suic&iacute;dios sejam respons&aacute;veis por quase 75% das mortes masculinas, os homens raramente est&atilde;o s&oacute;brios quando morrem.&nbsp; O jornal di&aacute;rio&nbsp;<em>Kommersant<\/em>&nbsp;comentou o estudo de tr&ecirc;s anos de homens com idades entre 20 e 55 anos em Moscou e Udmurita:<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;Todos est&atilde;o b&ecirc;bados: assassinos e suas v&iacute;timas, v&iacute;timas de afogamento, suicidas, motoristas e pedestres mortos em acidentes de tr&aacute;fego, v&iacute;timas de infarto e &uacute;lceras.&rdquo;<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Embora seja uma leitura desanimadora, essas estat&iacute;sticas n&atilde;o sugerem que o alcoolismo seja considerado como uma marca &eacute;tnica para os russos, nem para qualquer outra tribo dos filhos de Ad&atilde;o.&nbsp; Como o Sr. Cherniyenko, vice-presidente da Organiza&ccedil;&atilde;o Nacional dos Mu&ccedil;ulmanos Russos, destaca:<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;Pode-se dizer que beber vodca ou vinho &eacute; um aspecto significativo da cultura russa e ainda assim eu posso ser um bom russo sem beber &aacute;lcool... A maioria dos problemas sociais na R&uacute;ssia &eacute; causada pelo consumo de &aacute;lcool. Se pudermos introduzir alguns valores sociais isl&acirc;micos na R&uacute;ssia, a sociedade e o pa&iacute;s ser&atilde;o mais fortes.&rdquo;<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Olhando muito mais adiante para o ocidente atrav&eacute;s do Atl&acirc;ntico na dire&ccedil;&atilde;o do grande rival da R&uacute;ssia durante a Guerra Fria, os Estados Unidos, descobrimos que a na&ccedil;&atilde;o americana n&atilde;o se sai muito melhor quando se trata de mortes e ferimentos relacionados &agrave; bebida.&nbsp; De acordo com um estudo de 1988 feito pela Associa&ccedil;&atilde;o M&eacute;dica Americana, em torno de 100.000 mortes e U$ 85,8 bilh&otilde;es est&atilde;o ligados ao abuso de &aacute;lcool, com 25 a 40% dos leitos hospitalares ocupados por pessoas sendo tratadas por complica&ccedil;&otilde;es induzidas pelo &aacute;lcool.&nbsp; O &aacute;lcool tamb&eacute;m &eacute; a causa principal de acidentes de tr&acirc;nsito, com 17.126 pessoas mortas em batidas relacionadas ao &aacute;lcool somente em 1996, de acordo com estat&iacute;sticas do governo. &nbsp;&nbsp;O &aacute;lcool tamb&eacute;m &eacute; a causa principal de desestrutura&ccedil;&atilde;o familiar nos EUA.&nbsp; E em outro relat&oacute;rio publicado em 2006 pelo Centro Americano para Controle e Preven&ccedil;&atilde;o de Doen&ccedil;as, resultados de testes de v&iacute;timas de suic&iacute;dio em 13 estados mostraram que 33,3% - uma em cada tr&ecirc;s! &ndash; tinham &aacute;lcool no sangue.&nbsp; Mas, mais uma vez, colocando as estat&iacute;sticas de lado, n&atilde;o existe nada intr&iacute;nseco na fisiologia americana que a destine ao abismo alco&oacute;lico.&nbsp; Afaste a garrafa do americano, como aconteceu em um ambiente isl&acirc;mico particular, e um resultado bem diferente &eacute; registrado.<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;Nossa taxa de chamadas para atendimento a doentes ca&iacute;ram, nossa taxa de acidentes e inj&uacute;rias diminu&iacute;ram, nossos incidentes relacionados &agrave; indisciplina ca&iacute;ram e a sa&uacute;de da for&ccedil;a melhorou. Ent&atilde;o, ocorreram alguns resultados muito terap&ecirc;uticos pelo fato de n&atilde;o haver &aacute;lcool dispon&iacute;vel no reino (da Ar&aacute;bia Saudita).&rdquo; (Gen. Norman Schwarzkopf, comandante das for&ccedil;as aliadas na guerra do Golfo, explicando ao congresso americano como uma escassez de &aacute;lcool contribuiu para um soldado americano melhor. 13 de junho, 1991)<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">At&eacute; os que ainda n&atilde;o nasceram n&atilde;o est&atilde;o a salvo dos perigos do &aacute;lcool.&nbsp; A s&iacute;ndrome alco&oacute;lica fetal &eacute; uma doen&ccedil;a horr&iacute;vel causada pela exposi&ccedil;&atilde;o ao &aacute;lcool ainda no &uacute;tero.&nbsp; A doen&ccedil;a ataca um em cada dois beb&ecirc;s em cada 1.000 nascimentos no mundo todo e resulta em dano f&iacute;sico e neurol&oacute;gico cr&ocirc;nicos.&nbsp; De acordo com um estudo alem&atilde;o<a title=\" Associated Press, Londres, 8 de Abril de 1993.\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/454\/#_ftn13527\">[2]<\/a>&nbsp;de 10 anos, os sintomas incluem um dano cerebral permanente e deformidades f&iacute;sicas tempor&aacute;rias incluindo diminui&ccedil;&atilde;o da cabe&ccedil;a e crescimento retardado.&nbsp; Para evitar a s&iacute;ndrome alco&oacute;lica fetal recomenda-se n&atilde;o s&oacute; que as m&atilde;es evitem completamente bebidas alco&oacute;licas durante a gravidez, mas tamb&eacute;m que os homens pratiquem abstin&ecirc;ncia por v&aacute;rios meses antes da concep&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;... N&atilde;o vos abstereis?&rdquo;<\/strong><strong>&nbsp;<\/strong><strong>(Alcor&atilde;o 5:91)<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Suic&iacute;dio, homic&iacute;dio, viol&ecirc;ncia dom&eacute;stica, les&atilde;o corporal grave, vandalismo, autoabuso e abuso do feto! - todas consequ&ecirc;ncias mal&eacute;ficas do consumo de &aacute;lcool.&nbsp; E ainda assim, a doen&ccedil;a do &aacute;lcool &eacute; facilmente evitada pelos adeptos da religi&atilde;o do Isl&atilde; ou por aqueles que se encontram em &aacute;reas em que o mandamento isl&acirc;mico &eacute; observado.&nbsp; Porque se o &aacute;lcool de fato &eacute; uma doen&ccedil;a, nada menos que a doen&ccedil;a fatal do Dem&ocirc;nio, ent&atilde;o &eacute; uma da qual o mu&ccedil;ulmano observante est&aacute; imune, apesar de ser uma doen&ccedil;a que:<\/span><\/p>\r\n<ul style=\"text-align: justify;\">\r\n<li><span style=\"font-size: large;\">&eacute; vendida em garrafas;<\/span><\/li>\r\n<li><span style=\"font-size: large;\">&eacute; anunciada em jornais, revistas, r&aacute;dios e televis&atilde;o;<\/span><\/li>\r\n<li><span style=\"font-size: large;\">&eacute; contra&iacute;da pela vontade do homem;<\/span><\/li>\r\n<li><span style=\"font-size: large;\">tem lojas autorizadas para propag&aacute;-la;<\/span><\/li>\r\n<li><span style=\"font-size: large;\">gera receita para o governo;<\/span><\/li>\r\n<li><span style=\"font-size: large;\">acarreta mortes violentas nas estradas;<\/span><\/li>\r\n<li><span style=\"font-size: large;\">n&atilde;o tem germes ou causa viral;<\/span><\/li>\r\n<li><span style=\"font-size: large;\">leva a sa&uacute;de &agrave; autodestrui&ccedil;&atilde;o;<\/span><\/li>\r\n<li><span style=\"font-size: large;\">destr&oacute;i a vida familiar e aumenta o crime.<a title=\" Essa lista foi publicada pela primeira vez pelo IPCI, Durban, em um panfleto intitulado: Fire in your bellies (Fogo em seus est&ocirc;magos).\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/454\/#_ftn13528\">[3]<\/a><\/span><\/li>\r\n<\/ul>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;&Oacute; v&oacute;s que credes! &nbsp;&nbsp;As bebidas inebriantes, os jogos de azar, a dedica&ccedil;&atilde;o &agrave;s pedras e as adivinha&ccedil;&otilde;es com setas, s&atilde;o manobras abomin&aacute;veis de Satan&aacute;s. &nbsp;&nbsp;Evitai-os, pois, para que prospereis.&nbsp; Satan&aacute;s s&oacute; ambiciona infundir-vos a inimizade e o rancor, mediante as bebidas inebriantes e os jogos de azar, bem como afastar-vos da recorda&ccedil;&atilde;o de Deus e da ora&ccedil;&atilde;o. &nbsp;&nbsp;N&atilde;o vos abstereis, diante disso?&rdquo; (Alcor&atilde;o 5:90-91)<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\r\n<hr size=\"2\" \/>\r\n<\/div>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>Footnotes:<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/454\/#_ftnref13526\">[1]<\/a>&nbsp;<em>Kommersant<\/em>, Moscou, 9 de Maio de 2000.<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/454\/#_ftnref13527\">[2]<\/a>&nbsp;<em>Associated Press<\/em>, Londres, 8 de Abril de 1993.<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/454\/#_ftnref13528\">[3]<\/a>&nbsp;Essa lista foi publicada pela primeira vez pelo IPCI, Durban, em um panfleto intitulado:&nbsp;<em>Fire in your bellies (Fogo em seus est&ocirc;magos).<\/em><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>(parte 2 de 2): A M&atilde;e de Todos os Males<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;&Oacute; Deus, que os homens coloquem um inimigo em suas bocas para roubar-lhes os c&eacute;rebros! Que com alegria, prazer, deleite e aplauso nos transformemos em bestas!&rdquo; (C&aacute;ssio, em Otelo de William Shakespeare, ato 2, cena 3)<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Um dia quando sa&iacute;a de sua mesquita, o Profeta Muhammad, que Deus envie seus louvores sobre ele, notou que seu primo e genro, Ali b. Abi Talib estava visivelmente aborrecido.&nbsp; Quando o Profeta preocupado perguntou a Ali o que o estava incomodando, Ali simplesmente apontou para a carca&ccedil;a cheia de sangue de seu querido camelo &ndash; n&atilde;o um camelo comum, mas o camelo que Ali cavalgou em sua corajosa defesa do Profeta e do Isl&atilde; no campo de batalha.&nbsp; Ali contou ao Profeta que um de seus tios tinha sido respons&aacute;vel pelo abato n&atilde;o sancionado de seu animal, e assim o Profeta foi ouvir o lado da hist&oacute;ria de seu tio.<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Ao entrar na presen&ccedil;a de seu tio o Profeta o encontrou b&ecirc;bado com vinho.&nbsp; Ao ver o desprazer na face de seu sobrinho, o tio soube de imediato, apesar da intoxica&ccedil;&atilde;o, que o Profeta tinha vindo question&aacute;-lo sobre o camelo de Ali.&nbsp; Com nada de bom para dizer em sua defesa, o tio culpado e b&ecirc;bado deixou escapar para seu sobrinho:&nbsp;<strong>&ldquo;Voc&ecirc; e seu pai s&atilde;o meus servos!&rdquo;<\/strong>&nbsp;A &uacute;nica resposta do Profeta ao acesso de raiva blasfemo foi exclamar:&nbsp;<strong>&ldquo;Verdadeiramente, o &aacute;lcool &eacute; a m&atilde;e de todos os males!&rdquo;<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">E assim, da biografia do Profeta Muhammad aprendemos uma li&ccedil;&atilde;o valiosa com rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s consequ&ecirc;ncias mal&eacute;ficas colossais da bebida alco&oacute;lica.&nbsp; Qualquer um dos atos inspirados pelo &aacute;lcool nesse curto epis&oacute;dio da vida do aben&ccedil;oado Profeta seria suficiente para o leitor como repreens&atilde;o: seja pela morte do camelo de Ali, o estado de embriaguez de um tio de um profeta de Deus &ndash; sem mencionar Seu &uacute;ltimo e final mensageiro para a humanidade &ndash; ou o insulto perverso contra ele e seu pr&oacute;prio irm&atilde;o morto, que era nada menos que o pai do Profeta de Deus.&nbsp; Como considerar todos esses crimes juntos? &nbsp;Sem mencionar os muitos males resultantes indiretamente do consumo de &aacute;lcool pelo tio, como a perda para a comunidade mu&ccedil;ulmana de uma de suas montarias de batalha, ou a dor, ang&uacute;stia e, talvez, embara&ccedil;o que Muhammad deve ter sentido com esse tr&aacute;gico assunto familiar.&nbsp; Sem d&uacute;vida, foi precisamente porque o Profeta reconheceu que foi o &aacute;lcool que provocou e nutriu todos esses pecados infames que o denunciou como<strong>&ldquo;a m&atilde;e de todos os males!&rdquo;<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Assim, vemos que o Isl&atilde; pro&iacute;be completamente o consumo de &aacute;lcool, em pequenas ou grandes quantidades.&nbsp; O Profeta Muhammad disse:<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;Se uma quantidade grande de algo causa intoxica&ccedil;&atilde;o, uma pequena quantidade tamb&eacute;m &eacute; proibida.&rdquo;<\/strong><strong>&nbsp;<\/strong><a title=\" Narrado pelo Companheiro, Jaabir, e registrado nas colet&acirc;neas de Tirmidhi, Abu Dawud &amp; Ibn Majah.\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/457\/#_ftn13529\"><strong>[1]<\/strong><\/a><strong>&nbsp;<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Nesse hadith, vemos a perfei&ccedil;&atilde;o do Isl&atilde; como religi&atilde;o, seu car&aacute;ter conclusivo como c&oacute;digo legal, e sua abrang&ecirc;ncia como modo de vida.&nbsp; Como um convertido alem&atilde;o ao Isl&atilde; destacou:<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;O Isl&atilde; valoriza a sa&uacute;de moral e espiritual de uma na&ccedil;&atilde;o tanto quanto seu bem-estar f&iacute;sico. Considera qualquer coisa que interfira com o funcionamento normal da mente, emba&ccedil;a nossos sentidos e, consequentemente, reduz nosso n&iacute;vel de vergonha ou responsabilidade, ou obscurece nossa percep&ccedil;&atilde;o como prejudicial (isso inclui o &aacute;lcool e tamb&eacute;m outras drogas que alteram a mente). E reconhece que pessoas diferentes reagem de forma muito diferente ao mesmo estimulante, n&atilde;o importa o quanto seja aceit&aacute;vel para elas. Muitas pessoas pensavam que tinham controle sobre seus h&aacute;bitos relacionados &agrave; bebida e acabaram bebendo um copo atr&aacute;s do outro. O Isl&atilde; afirma categoricamente que se uma subst&acirc;ncia pode destruir a clareza da mente em grandes quantidades, &eacute; prejudicial mesmo em quantidades m&iacute;nimas. O Isl&atilde;, consequentemente, advoga a proibi&ccedil;&atilde;o total de drogas narc&oacute;ticas, incluindo o &aacute;lcool. Pro&iacute;be o uso, n&atilde;o apenas o abuso dessas subst&acirc;ncias.&rdquo;<a title=\" Sahib M. Bleher, One glass too many. Pg. 199.\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/457\/#_ftn13530\">[2]<\/a><\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Sim, existem alguns benef&iacute;cios que derivam de bebidas alco&oacute;licas.&nbsp; Por exemplo, o &aacute;lcool pode dar for&ccedil;a e confian&ccedil;a; ajuda a relaxar e, em pequenas quantidades, &eacute; at&eacute; bom para a sa&uacute;de do cora&ccedil;&atilde;o.<a title=\" Embora, estritamente falando, o pigmento que ocorre naturalmente dentro da uva e n&atilde;o necessariamente o vinho fermentado e que &eacute; ben&eacute;fico para o cora&ccedil;&atilde;o. \" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/457\/#_ftn13531\">[3]<\/a>&nbsp;&nbsp;Entretanto, como o Glorioso Alcor&atilde;o afirma, os preju&iacute;zos associados com o &aacute;lcool superam seus benef&iacute;cios.&nbsp; Assim, na an&aacute;lise final, o &aacute;lcool &eacute; um inimigo e n&atilde;o um amigo daquele que o consome.<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;Interrogam-te (&Oacute; Profeta) a respeito da bebida inebriante e do jogo de azar. Dize: Em ambos h&aacute; benef&iacute;cios e malef&iacute;cios para o homem; por&eacute;m, os seus malef&iacute;cios s&atilde;o maiores do que os seus benef&iacute;cios.&rdquo; (Alcor&atilde;o 2:219)<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Somente porque o Isl&atilde; busca o benef&iacute;cio e o aprimoramento do homem &eacute; que a lei isl&acirc;mica criminaliza o consumo, produ&ccedil;&atilde;o, transporte e venda de bebida alco&oacute;lica.<a title=\" &ldquo;Allah amaldi&ccedil;oa todos os intoxicantes (bebidas alco&oacute;licas); (Ele tamb&eacute;m amaldi&ccedil;oa) quem a bebe e a serve, quem a vende e a compra, que a produz e quem pede que a preparem, quem a entrega e a quem ela &eacute; entregue.&rdquo; (Abu Dawud)\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/457\/#_ftn13532\">[4]<\/a>&nbsp;De fato, o mero consumo de &aacute;lcool &eacute; uma atividade criminosa t&atilde;o s&eacute;ria que acarreta uma puni&ccedil;&atilde;o corporal severa.&nbsp; Quanto &agrave; Vida Futura, a puni&ccedil;&atilde;o &eacute; verdadeiramente grotesca:<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;Todo intoxicante &eacute; proibido.&nbsp; Deus fez uma promessa em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;queles que consomem intoxicantes de lhes dar para beber a evacua&ccedil;&atilde;o (dos habitantes do Inferno)!&rdquo;<a title=\" Sahih Muslim.\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/457\/#_ftn13533\">[5]<\/a><\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Para concluir, talvez seja &uacute;til fazer o leitor ponderar sobre a seguinte hist&oacute;ria bem conhecida; bem conhecida pelo menos para muitos mu&ccedil;ulmanos cautelosos.<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Uma vez uma mulher m&aacute; convidou um bom homem para maus atos.&nbsp; O homem, temendo a Deus, recusou totalmente.&nbsp; Mas, determinada a n&atilde;o deixar sua presa escapar, a mulher ofereceu a ele uma das tr&ecirc;s escolhas, cada uma mais vil que a outra: consumir &aacute;lcool, cometer adult&eacute;rio ou matar o filho que ela teve de um casamento anterior.&nbsp; Se o homem recusasse, ela gritaria alegando estupro.&nbsp; Ent&atilde;o, ap&oacute;s ponderar sobre sua situa&ccedil;&atilde;o dif&iacute;cil, o homem devoto escolheu o que considerou o menor de tr&ecirc;s males.&nbsp; Entretanto, ao consumir &aacute;lcool o homem ficou b&ecirc;bado e ent&atilde;o, sob a influ&ecirc;ncia da bebida que destr&oacute;i o c&eacute;rebro, ele matou a crian&ccedil;a e cometeu adult&eacute;rio com a mulher perversa.<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Pondere e ent&atilde;o considere o qu&atilde;o facilmente poderia degenerar como ser humano se tamb&eacute;m abra&ccedil;asse&nbsp;<strong>&ldquo;a m&atilde;e de todos os males.&rdquo;<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\r\n<hr size=\"2\" \/>\r\n<\/div>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>Footnotes:<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/457\/#_ftnref13529\">[1]<\/a>&nbsp;Narrado pelo Companheiro, Jaabir, e registrado nas colet&acirc;neas de Tirmidhi, Abu Dawud &amp; Ibn Majah.<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/457\/#_ftnref13530\">[2]<\/a>&nbsp;Sahib M. Bleher,&nbsp;<em>One glass too many<\/em>. Pg. 199.<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/457\/#_ftnref13531\">[3]<\/a>&nbsp;Embora, estritamente falando, o pigmento que ocorre naturalmente dentro da uva e n&atilde;o necessariamente o vinho fermentado e que &eacute; ben&eacute;fico para o cora&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/457\/#_ftnref13532\">[4]<\/a>&nbsp;&ldquo;Allah amaldi&ccedil;oa todos os intoxicantes (bebidas alco&oacute;licas); (Ele tamb&eacute;m amaldi&ccedil;oa) quem a bebe e a serve, quem a vende e a compra, que a produz e quem pede que a preparem, quem a entrega e a quem ela &eacute; entregue.&rdquo; (<em>Abu Dawud<\/em>)<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/457\/#_ftnref13533\">[5]<\/a>&nbsp;<em>Sahih Muslim<\/em>.<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>","excerpt":"","terms":null,"visibility_roles":"","comment_status":1,"comment_count":0,"read_counter":14908,"lft":6784,"rght":6785,"promote":1,"sticky":0,"status":1,"publish_start":null,"publish_end":null,"created_at":"2014-12-26T02:04:00.000000Z","updated_at":"2026-05-26T06:05:03.000000Z","language_id":15,"user_id":13,"author_id":2137,"publisher_id":0,"category_id":17,"parent_id":3468,"books":[],"fatawas":[],"videos":[],"audios":[],"author_name":"Abd Al-Rahman Mahdi","category_name":"Morals and Ethics","category_slug":"Morals-and-Ethics","get_date":"2014-12-26","pdf_asset":"http:\/\/islamland.com\/uploads\/articles\/pt-Alcohol.pdf","word_asset":"http:\/\/islamland.com\/uploads\/articles\/pt-Alcohol.docx"},"translations":[],"article_books":[],"article_fatawas":[],"article_videos":[],"article_audios":[],"url":"http:\/\/islamland.com\/por\/api\/articles\/lcool"}